terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Equação Vital do Tempo


Já parou pra pensar quanto tempo de nossas vidas passamos dormindo?

Se considerarmos uma noite de 8h dormidas, isso simboliza exatamente 1/3 do dia inteiro.
Isso pode parecer pouco, ou este número pode parecer pequeno em relação a um dia, mas significa exatamente que passamos 1/3 de nossas vidas dormindo.
Sim, não vivemos a nossa vida completamente, vivemos apenas 2/3 dela.

Ainda não entendeu? Então vamos aos números "reais":

Se usarmos o exemplo de uma pessoa com 25 anos, isso significa que ela viveu apenas 16 anos e meio.
O resto do tempo ela passou dormindo, ou seja, 8 anos e alguns meses.
Sim, você leu corretamente:  8 anos! 8 anos dormindo! Bastante tempo né?

Agora pense: O que você já viveu em 8 anos na sua vida? O que você faria com mais 8 anos de vida pela frente?
Quantas coisas novas pode-se fazer? Quantas viagens poderiam ser aproveitadas? Quantas risadas? Quantos novos amigos? Quantas passeios? Quantas novas paisagens?
Quantas coisas boas e novas poderiam ser plantadas? E quantas coisas poderiam ser colhidas, depois de 8 anos...ou menos, ou mais?

Quantos anos você tem?
Quantos anos da sua vida toda você passou vivendo? E quantos anos passou dormindo, deixando de viver? Quantos anos mais vai passar dormindo ao invés de aproveitar o tempo que você tem aqui na Vida?

Já desperdiçamos o nosso tempo com muitas coisas em nossas vidas...e desperdiçaremos ainda mais, principalmente dormindo.

Faça as contas. Durma menos. Viva mais.
Pois o tempo que você tem de vida aqui na Terra é muito curto, e o tempo que você vive de verdade, acredite, é realmente bem menor.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O que diz quem somos?


O que o ser humano faz reflete pela eternidade.
O que ele fala pode soar apenas da boca para fora em um determinado momento, mas o que ele faz é que diz realmente quem ele é e para quê ele veio.

Isso é o que importa.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Universo Boomerang

O Universo é uma manifestação natural de energia.

Ele está repleto de espelhos cósmicos, cujas energias enviadas se refletem e voltam para a sua origem, causando o Equilíbrio Universal.

As energias que recebemos não são de pessoas, e sim dos espelhos.
Portanto, não espere que os outros te joguem energias positivas. Espere, sem se preocupar com o tempo de retorno, que o Cosmos te devolva as energias que você jogou a ele.

Esta é a Lei:
Faça o bem e não espere nada em troca. Quando você menos esperar, vai receber do Universo todas as energias positivas que depositou nele e vai entender que o que faz a real diferença em sua vida são os pensamentos e atitudes positivas que você idealiza em prol de si mesmo.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Subir e Crescer

Às vezes a escadaria da Vida não tem corrimão, e nessas horas a gente tem que aprender a subir os degraus mesmo sem ter apoio, mesmo correndo o risco de (talvez) cair.

Quando a gente sobe determinado degrau e não cai, a gente percebe que a dor de não ter tido um corrimão pode ser maior do que a dor da queda.

É assim que a gente aprende a crescer.

sábado, 29 de setembro de 2012

Seguir em Frente

A Estrada é sempre longa...e vai sempre em frente.
 
Às vezes vemos curvas, ou mesmo pedras no caminho...algo que nos faz mudar a rota...mas a estrada segue sempre em frente.
 
Nem a chuva, nem o sol, nem as nuvens negras e a tempestade nos fazem parar, pois nossos passos são automáticos, indo em direção ao horizonte...ou além dele...ou simplesmente parando.
 
Às vezes a tempestade chega tão de repente, e é tão forte e devastadora...que procuramos algum lugar para nos esconder...algum lugar quieto e sem dor...sem frio...sem sentido.
 
Procuramos nós mesmos...dentro de nós mesmos.
 
Nos escondemos debaixo de uma árvore solitária chamada solidão, na curva da estrada do deserto...ao ponto de pensarmos que essa tal árvore nos protegerá de tudo...quando na verdade ninguém vai nos proteger de nada senão nós mesmos...com ou sem árvore no caminho.
 
Caminhamos descalços...sem dor nos pés calejados, que seguem sem fazer barulho...apenas repetindo o movimento de nos levar para a frente...nunca para trás...nunca.
 
Repetimos os movimentos dos pés e dos pensamentos vagos que desnorteiam nossa mente em meio à grande estrada que segue em frente...sempre em frente.
 
Pensamos na nossa própria companhia...se ela realmente valerá à pena a viagem toda...e a resposta vem de dentro de nós...dita por nós mesmos...mas demoramos para ouvir nossa própria voz.
 
A voz do pensamento solitário vaga durante muito tempo até ganhar algum sentido. O sentido que estávamos procurando para ela...ou mesmo o sentido que inventamos para ela.
 
Sentido que nem sempre faz sentido.
 
Sentido que traz as verdades de toda essa estrada...todas as verdades.
 
E quando elas chegam...não são verdades...não são nada..são apenas ventos que nos fazem fechar os olhos e não enxergá-las...ou desejar não enxergá-las.
 
Mas quando realmente se torna necessário abrir os olhos para continuar a enxergar a estrada e continuar andando, acabamos por enxergar as verdades que esta estrada nos trouxe, e então essas verdades passam a fazer parte do caminho percorrido, e você vê que essas verdades fazem parte de você (querendo ou não) e você passa a compreender que sempre há duas escolhas.
 
Fingir que elas são mentiras inventadas pela sua mente, ou transformar essas verdades em cartas na manga, para quando chegarem as mentiras trazidas pela estrada, você as combater com as verdades.
 
E a estrada vai seguindo, e quando nos damos conta, não estamos sozinhos...estamos com nós mesmos.
 
A estrada segue em frente.
Sempre em frente.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A necessidade das Grandes Tempestades

Certa vez um capitão guiava o timão de seu barco em meio a uma grande tempestade nos mares longínquos da costa.
Seu contramestre o observava e o ajudava sempre que ele gritava ou pedia algum favor urgente.

No dia seguinte após a tempestade, o contramestre e o capitão observavam a calmaria no oceano, e o contramestre perguntou ao capitão como ele havia adquirido tanta experiência na arte de enfrentar uma tempestade em alto mar. O capitão, com sua sabedoria, disse-lhe que um dia ele mesmo descobriria a resposta, mas que não era para que ficasse esperando este dia chegar tão cedo.

Passaram-se meses e a embarcação atracou em diversos portos e navegou por diversos mares. Certo dia, quando menos esperavam, uma enorme tormenta tomou posse das águas e colocou o barco dentro de uma perigosa tempestade. O capitão, calmo, ordenou que o contramestre assumisse o timão.

O contramestre, estupefato, assumiu o barco, e desesperado, gritava por ajuda e favores ao seu capitão, que agora fazia o papel que ele mesmo fez meses atrás. Porém o capitão não o ajudava. Apenas o observava calmamente e dizia “assuma o comando” e “faça por conta própria”. O contramestre, instintivamente, lançava o timão para os lados desviando-se das ondas e gesticulando para que os marujos no convés fizessem a parte deles, ajudando no que fosse possível.

Quando se deram por conta, a tempestade havia cessado. O contramestre, exausto, sentou-se ao lado do capitão e indagou-lhe: Por que o senhor não me ajudou quando pedi? Por que não me mostrou como eu deveria sair da tempestade?

E o capitão respondeu a pergunta de meses atrás: Não adianta eu falar ou mostrar como se sai de uma tempestade. Se você não o fizer, se você não assumir o barco e enquanto você não estiver disposto a enfrentar a tempestade, você nunca descobrirá como vencê-la.

O contramestre silenciou-se e levou aquela lição consigo para o resto da vida, sobrevivendo a muitas outras tempestades, bem piores do que aquela primeira que enfrentou. E quando ele estava bem velho, com mais de 100 anos de idade, ele descobriu a verdadeira lição do capitão. Ele descobriu que o verdadeiro capitão é a Vida, e que o contramestre somos nós.

Ele descobriu que a vida mostra inúmeras circunstâncias diante de nossos olhos, e que quando menos esperamos ela nos joga dentro de uma dessas situações e nos observa em silêncio, vendo como vamos nos sair com tudo aquilo que aprendemos com ela no passado.

Quando o capitão disse-lhe “se vire”, ele compreendeu que aquela ordem significava “aprenda”.

“Grandes velejadores são lembrados por vencerem grandes tempestades.”

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Vivos

Um dia vi a morte de perto, mas antes que tudo tivesse acabado, tive um vislumbre de todos os momentos da minha vida até então.

Vi todas as cenas vividas, todas as frações de segundos e escutei uma voz (talvez a minha própria voz) perguntando-me:
"Se você tivesse a oportunidade de voltar atrás neste exato momento e viver tudo o que você não viveu, ou viver tudo o que viveu, mas de forma diferente, de forma a fazer com que tudo fosse melhor, você voltaria atrás?"

Minha resposta foi mais rápida do que a fagulha de tempo mais veloz de todo o Universo: Sim.

Naquele momento, não morri.
Optei por melhorar. Queria viver tudo o que eu ainda não tinha vivido, mas que tive a oportunidade de viver enquanto pude e não aproveitei.

Então a voz disse-me:
“Tempo não se perde...se ganha.”

Decidi não perder tempo, mas ganhá-lo e usá-lo ao meu favor.
E vi que só posso fazer isso enquanto eu tiver ele comigo, caminhando ao meu lado.

Descobrir a forma certa para melhorar os seus caminhos e (re)escrever o final da história que ainda não acabou é o segundo passo. O primeiro é saber que para isso é preciso viver.

E descobri que aqui estou. Vivo.